METODOLOGIAS ATIVAS E PRÁTICAS EDUCATIVAS: PERSPECTIVASNO ENSINO MÉDIO DO CENTRO DE ENSINO RUI BARBOSA
- Brigite Hanôver

- há 21 horas
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Reginaldo Ferreira do Nascimento 1
RESUMO
Este artigo investiga de maneira crítica e sensível as metodologias e práticas pedagógicas desenvolvidas
no Centro de Ensino Rui Barbosa, localizado em Vitorino Freire – MA, município com cerca de 31.906
habitantes. A pesquisa envolveu a direção escolar, a coordenação pedagógica e os alunos da 1a à 3a série
do Ensino Médio, buscando compreender como as estratégias de ensino adotadas pelos professores
contribuem para a aprendizagem, a participação e o protagonismo estudantil, em consonância com as
orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB). De abordagem qualitativa e exploratória, o estudo utilizou observações em sala de
aula, entrevistas semiestruturadas e questionários aplicados aos estudantes, cujos dados foram
analisados com base na técnica de análise de conteúdo de Bardin (2016). Os resultados evidenciam que
a escola, que atende 1.154 alunos, tem avançado na adoção de práticas inovadoras, como debates,
projetos interdisciplinares e atividades digitais, favorecendo uma aprendizagem mais participativa e
significativa. No entanto, também foram identificados desafios importantes, como limitações de
infraestrutura, necessidade de formação continuada dos docentes e melhor gestão do tempo pedagógico.
Assim, conclui-se que o fortalecimento dessas dimensões é essencial para consolidar um ensino de
qualidade, promover a autonomia intelectual dos estudantes e ampliar o protagonismo discente no
processo educativo.
Palavras-chave: 1. Educação Básica. 2. Práticas e Metodologias de Ensino. 3. Ensino Médio. 4. Protagonismo Estudantil.
5. Inovação Pedagógica.
INTRODUÇÃO
A educação básica, em especial o Ensino Médio, representa um momento decisivo na
formação integral dos jovens, pois é nessa etapa que os estudantes aprofundam
conhecimentos, desenvolvem competências essenciais e se preparam tanto para a continuidade
dos estudos quanto para sua inserção no mundo do trabalho. No contexto do Centro de Ensino
Rui Barbosa, localizado em Vitorino Freire – MA, município com cerca de 31.906 habitantes, esse desafio se manifesta de forma concreta: a escola busca constantemente aperfeiçoar suas
práticas pedagógicas para responder às demandas de uma educação mais inclusiva, crítica e
transformadora, capaz de dialogar com as realidades e expectativas dos alunos.
Analisar as metodologias e práticas pedagógicas aplicadas pela instituição torna-se,
portanto, fundamental para compreender de que maneira os professores, em parceria com a
direção e a coordenação pedagógica, articulam suas ações com os princípios da Base Nacional
Comum Curricular (BNCC) e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
Além disso, é essencial ouvir os estudantes e captar suas percepções sobre a eficácia dessas
práticas, entendendo como elas contribuem para o desenvolvimento da autonomia intelectual,
do protagonismo juvenil e de aprendizagens mais significativas.
Com base nesse cenário, a pesquisa teve como objetivo geral investigar as
metodologias e práticas pedagógicas desenvolvidas no Centro de Ensino Rui Barbosa,
contemplando as turmas da 1a à 3a série do Ensino Médio. De forma mais específica, buscou-
se: (a) identificar as principais estratégias de ensino adotadas pelos professores; (b) analisar
as percepções dos estudantes, da direção e da coordenação pedagógica sobre o processo de
ensino-aprendizagem; e (c) compreender os desafios enfrentados no cotidiano escolar.
Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa e caráter descritivo, que alia uma
sólida fundamentação teórica a uma análise empírica cuidadosa. Essa abordagem possibilita
um olhar mais profundo sobre a realidade educacional da escola, contribuindo para ampliar o
debate sobre a qualidade da educação básica e a importância de práticas pedagógicas
contextualizadas, participativas e alinhadas às transformações sociais e tecnológicas do
presente.
1 Doutorando do Curso de Ciências da Educação da University of Informatics and Faith in Florida - UNIFF,
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METODOLOGIA
A pesquisa foi desenvolvida com base em uma abordagem qualitativa, descritiva e exploratória,
escolhida por permitir uma compreensão mais profunda e sensível sobre como as metodologias e
práticas pedagógicas são aplicadas no Centro de Ensino Rui Barbosa. Esse tipo de abordagem
possibilita captar as percepções, experiências e significados atribuídos pelos diferentes sujeitos
envolvidos no processo educativo, indo além de dados puramente quantitativos e valorizando a
dimensão humana da prática escolar.
Para alcançar esse objetivo, foram realizadas observações diretas em sala de aula, que
permitiram acompanhar de perto o cotidiano pedagógico da escola; entrevistas semiestruturadas com
professores, direção e coordenação pedagógica, que trouxeram reflexões importantes sobre o trabalho
docente e a gestão escolar; e questionários aplicados aos estudantes da 1a, 2a e 3a séries do Ensino
Médio, contendo dez questões objetivas (sim/não) relacionadas a práticas pedagógicas,
interdisciplinaridade, uso de tecnologias e condições de infraestrutura.
O estudo foi conduzido no principal colégio público de Ensino Médio do município, que atende
1.154 alunos matriculados, tornando-se, assim, um espaço significativo para compreender os desafios
e avanços da educação básica em Vitorino Freire – MA.
Os dados obtidos foram analisados por meio da técnica de análise de conteúdo proposta por
Bardin (2016), que possibilitou organizar as informações em categorias temáticas e interpretar os
significados presentes nos discursos e nas práticas observadas. Todo o processo respeitou
rigorosamente os princípios éticos da pesquisa em educação, assegurando o anonimato dos
participantes e o uso exclusivo dos dados para fins acadêmicos, garantindo, assim, seriedade e
compromisso científico ao estudo.
REFERENCIAL TEÓRICO
O sistema educacional brasileiro está alicerçado em leis e diretrizes que orientam a prática
pedagógica, garantindo que a educação seja um direito de todos e uma responsabilidade compartilhada
entre o Estado e a família. A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 205, estabelece que a educação
deve promover o desenvolvimento pleno da pessoa, a formação para a cidadania e a preparação para o
trabalho, refletindo seu papel transformador na vida do indivíduo e na sociedade.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB no 9.394/1996) consolida esses
princípios, definindo os caminhos para a organização da educação básica e superior, ressaltando a
importância do acesso, da permanência e da qualidade do ensino, assim como a democratização do
processo educativo. Nesse contexto, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) complementa essas
diretrizes ao estabelecer os direitos de aprendizagem e desenvolvimento de todos os estudantes,
incentivando uma formação integral que articula competências cognitivas, socioemocionais e culturais.
Segundo Libâneo (2017), a educação deve ser compreendida como um processo vivo e interativo,
em que professores, estudantes e comunidade dialogam, possibilitando aprendizagens significativas e
contextualizadas. Saviani (2018) reforça essa perspectiva, destacando o papel da escola na socialização
do conhecimento historicamente construído, promovendo igualdade de oportunidades e contribuindo
para a emancipação dos indivíduos.
Na busca por práticas pedagógicas inovadoras, torna-se essencial integrar escola, família e
comunidade, promover interdisciplinaridade e incorporar tecnologias de forma significativa. Conforme
destacam Fazenda (2011) e Moran (2015), esses elementos fortalecem o aprendizado, tornando-o mais
participativo, conectado à realidade dos estudantes e capaz de formar cidadãos críticos, autônomos e
preparados para os desafios contemporâneos.
RESULTADOSE DISCUSSÃO
Os resultados da pesquisa mostraram que a grande maioria dos participantes — incluindo
direção, coordenação pedagógica e alunos — reconhece a presença de metodologias ativas no cotidiano
do Centro de Ensino Rui Barbosa. Essas metodologias vão além da simples transmissão de conteúdos,
estimulando o protagonismo dos estudantes e tornando-os agentes ativos do próprio aprendizado. Essa
prática encontra respaldo em Freire (1996), que defende uma educação libertadora e dialógica, em que
o educador e o educando constroem juntos o conhecimento, promovendo um ambiente de diálogo,
reflexão e participação efetiva. Observou-se que, quando os alunos se envolvem em atividades como
debates, projetos e estudos colaborativos, a aprendizagem se torna mais significativa e motivadora,
fortalecendo não apenas a aquisição de conhecimento, mas também habilidades sociais e críticas
essenciais para a vida acadêmica e cidadã.
A educação deve ser entendida como prática de liberdade, na qual o educador não é o
único detentor do saber, mas atua em diálogo com os educandos, promovendo a
participação efetiva destes no processo de aprendizagem. (Freire, 1996, p. 45).
O uso de tecnologias digitais tem se mostrado cada vez mais presente nas práticas pedagógicas
da escola, com professores incorporando recursos como computadores, projetores, internet e
ferramentas interativas para enriquecer as aulas. Contudo, essa integração ainda é limitada pela
infraestrutura disponível, como laboratórios insuficientes e conexão instável à internet. Essa
realidade confirma as observações de Moran (2015), que enfatiza que o potencial pedagógico
das tecnologias depende não apenas do interesse e da criatividade docente, mas também de
políticas institucionais de investimento e da formação adequada dos professores. Quando bem
utilizadas, essas ferramentas permitem diversificar estratégias, estimular a pesquisa, o
pensamento crítico e o aprendizado colaborativo, tornando as aulas mais dinâmicas e
conectadas à realidade dos estudantes.
O uso de tecnologias digitais no ambiente escolar potencializa a aprendizagem, desde
que os professores sejam preparados para integrá-las de forma significativa e não
apenas como recurso decorativo ou acessório" (Moran, 2015, p. 72).
No que se refere à interdisciplinaridade, verificou-se que a escola tem promovido
projetos que integram diferentes disciplinas, embora ainda de forma pontual e isolada. Essa abordagem vai além da mera justaposição de conteúdos e busca articular saberes de áreas
distintas para proporcionar uma visão mais ampla e contextualizada do conhecimento, como
ressalta Fazenda (2011). A interdisciplinaridade permite que os alunos compreendam a relação
entre diferentes áreas do saber, desenvolvam capacidade de análise crítica e construam soluções
criativas para problemas complexos, fortalecendo a compreensão global e o sentido das
aprendizagens adquiridas.
A interdisciplinaridade não se reduz à justaposição de conteúdos; ela exige articulação
entre saberes, promovendo um aprendizado que favorece a compreensão global e a
construção de sentido pelos estudantes" (Fazenda, 2011, p. 88).
A percepção dos alunos e gestores revelou que as metodologias aplicadas contribuem
efetivamente para uma aprendizagem significativa, alinhando-se à teoria de Ausubel (2003),
que afirma que o aprendizado se torna mais eficiente quando os novos conhecimentos se
conectam de forma lógica e estruturada com os saberes prévios dos estudantes. Esse tipo de
abordagem permite que os conteúdos sejam internalizados e aplicados em diferentes contextos,
reforçando o entendimento e a retenção do aprendizado. Além disso, contribui para a construção
de autonomia intelectual, incentivando o aluno a refletir criticamente sobre o conhecimento e
suas aplicações práticas.
O ensino é eficaz quando o novo conhecimento se relaciona de forma lógica e
estruturada com os conhecimentos prévios do estudante, permitindo a internalização
e retenção do aprendizado. (Ausubel, 2003, p. 56).
O incentivo à participação discente por meio de debates, rodas de conversa e atividades
coletivas também foi destacado pelos entrevistados. Segundo Libâneo (2012), a prática do
diálogo é fundamental para o desenvolvimento da criticidade, da capacidade de argumentação
e da reflexão ética. Observou-se que essas estratégias promovem um ambiente de aprendizagem
mais democrático, em que os estudantes se sentem encorajados a expressar suas ideias, a
questionar e a aprender em conjunto, fortalecendo não apenas competências cognitivas, mas
também habilidades socioemocionais e a consciência do papel de cada um na sociedade.
A prática pedagógica deve estimular o debate e a argumentação, pois tais experiências
desenvolvem a criticidade, a reflexão e a capacidade de diálogo social dos alunos.
(Libâneo, 2012, p. 102).
Apesar desses avanços, foram identificadas limitações estruturais significativas,
sobretudo no que diz respeito à disponibilidade de laboratórios, bibliotecas e acesso à internet.
Essa realidade está em consonância com a análise de Gadotti (2000), que enfatiza que a
qualidade da infraestrutura escolar tem impacto direto na efetividade das metodologias
pedagógicas. Ambientes adequados são essenciais para viabilizar práticas inovadoras,
experiências experimentais, uso de tecnologias e atividades interativas, permitindo que os
alunos participem plenamente do processo de aprendizagem.
A qualidade das instalações escolares, incluindo laboratórios, bibliotecas e recursos
tecnológicos, exerce influência direta sobre a eficácia das metodologias aplicadas
pelos professores. (Gadotti, 2000, p. 77).
A formação continuada dos professores também se destacou como um desafio relevante.
Embora haja iniciativas pontuais de capacitação, elas ainda não atendem de forma consistente
às demandas de atualização metodológica e de incorporação de novas tecnologias e estratégias
de ensino. Imbernón (2011) reforça que a formação permanente é indispensável para que os
docentes possam se adaptar às transformações curriculares e pedagógicas, garantindo práticas
inovadoras e eficazes. A valorização da formação contínua contribui para o crescimento
profissional do professor, impactando diretamente a qualidade da educação oferecida aos
alunos.
A formação contínua é elemento indispensável para que os docentes possam atualizar
suas práticas pedagógicas e atender às demandas de um currículo em constante
transformação. (Imbernón, 2011, p. 63).
Além disso, o trabalho em grupo é amplamente utilizado como estratégia pedagógica,
promovendo não apenas a socialização, mas também o desenvolvimento de habilidades
cognitivas, comunicativas e socioemocionais. Conforme ressalta Vygotsky (1991), a
aprendizagem é um fenômeno social, e a interação entre os pares permite que os estudantes construam o conhecimento de forma colaborativa, aprendendo uns com os outros e
desenvolvendo competências essenciais para a vida pessoal e profissional.
O aprendizado é um fenômeno social; as interações entre pares permitem a construção
conjunta do conhecimento, desenvolvendo competências cognitivas e
socioemocionais relevantes. (Vygotsky, 1991, p. 94).
A escola tem se empenhado em adequar seu currículo à BNCC, buscando integrar
competências e habilidades essenciais ao desenvolvimento integral dos alunos, embora ainda
existam desafios para a implementação plena e consistente. Segundo Silva (2018), esse
processo requer planejamento coletivo, acompanhamento constante e adaptação à realidade
local para que as diretrizes curriculares se traduzam em práticas pedagógicas efetivas.
A implementação da Base Nacional Comum Curricular exige que os conteúdos e
práticas pedagógicas sejam organizados de maneira a garantir competências e
habilidades essenciais, devendo ser adaptados à realidade de cada escola. (Silva,
2018, p. 115).
A análise dos resultados revela avanços significativos rumo a uma educação mais
participativa, crítica, interdisciplinar e conectada à realidade dos estudantes, mas evidencia que
persistem desafios estruturais e pedagógicos que exigem atenção contínua. Investir em
infraestrutura, formação docente e estratégias pedagógicas inovadoras é essencial para
consolidar um ensino de qualidade, promover o protagonismo estudantil e preparar os jovens
para os desafios contemporâneos de forma plena e significativa.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A pesquisa realizada no Centro de Ensino Rui Barbosa, em Vitorino Freire–MA, revelou
uma instituição empenhada em consolidar práticas pedagógicas inovadoras, contando com a
participação ativa da direção, da coordenação e dos alunos. Esse envolvimento coletivo
demonstra o comprometimento da escola com a melhoria contínua da qualidade do ensino e
com o fortalecimento do protagonismo estudantil, criando um ambiente em que todos têm voz
e colaboram para o aprendizado.
Apesar dos avanços percebidos, ainda existem desafios importantes a serem superados,
especialmente relacionados à infraestrutura, à formação continuada dos professores e à gestão
do tempo pedagógico. A superação dessas barreiras depende de investimentos públicos
consistentes, de um planejamento escolar integrado e da valorização dos profissionais da
educação, garantindo que eles tenham condições de aplicar práticas inovadoras de forma
eficaz e sustentável.
Em síntese, conclui-se que o Centro de Ensino Rui Barbosa caminha de forma
promissora rumo a uma educação mais democrática e inclusiva, alicerçada em metodologias
participativas e no desenvolvimento da autonomia intelectual dos alunos, preparando-os para
atuar de maneira crítica, consciente e responsável na sociedade.
AGRADECIMENTOS
Agradeço primeiramente a Deus, que tem sido minha fonte constante de força, sabedoria e
inspiração em todos os momentos da minha vida. Em memória do meu pai, Benício Bispo do
Nascimento, deixo minha eterna gratidão pelo exemplo de caráter, humildade e dedicação que sempre
me guiou. À minha mãe, Luzia Ferreira do Nascimento, registro meu profundo reconhecimento pelo
apoio, carinho e incentivo incondicionais, que tornaram possível cada conquista. Dedico também este
trabalho aos meus filhos, Richard Apollo Alves Ferreira e Richelle Alves Ferreira, que são a razão do
meu esforço e perseverança diária, motivando-me a buscar sempre o melhor.
REFERÊNCIAS
AUSUBEL, D. P. Aquisição e retenção de conhecimentos: uma perspectiva cognitiva. Lisboa:
Plátano, 2003.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2016.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério da Educação, 2017.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. Campinas: Papirus, 2011.
FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e
Terra, 1996.
GADOTTI, M. Pedagogia da prática. São Paulo: Cortez, 2000.
IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. São
Paulo: Cortez, 2011.
LIBÂNEO, J. C. Didática. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
MORAN, J. M. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. 6. ed. Campinas:
Papirus, 2015.
SAVIANI, D. Escola e Democracia. 41. ed. Campinas: Autores Associados, 2008.
SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3. ed. Belo
Horizonte: Autêntica, 2018.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
ANEXOS
Questionário – Metodologias e Práticas na Educação Básica
Centro de Ensino Rui Barbosa – Vitorino Freire-MA
Por favor, responda às perguntas abaixo assinalando apenas uma opção (Sim ou Não). Suas
respostas são confidenciais e contribuirão para a melhoria do ensino na escola.
1. As aulas que você participa ou ministra incentivam a participação ativa dos estudantes? ( ) Sim ( )
Não
2. Os professores costumam utilizar recursos tecnológicos, como data show, celular, computador ou
internet, durante as aulas?
( ) Sim ( ) Não
3. A escola realiza projetos que integram diferentes disciplinas, promovendo trabalhos
interdisciplinares? ( ) Sim ( ) Não
4. As metodologias utilizadas em sala de aula ajudam a tornar o aprendizado mais significativo para os
estudantes? ( ) Sim ( ) Não
5. Os alunos são incentivados a expressar suas opiniões e participar de debates em sala de aula? ( ) Sim
( ) Não
6. O espaço físico da escola (salas, laboratórios, biblioteca) é adequado para a aplicação de
metodologias inovadoras? ( ) Sim ( ) Não
7. Os professores têm acesso a formação continuada para aprimorar suas práticas pedagógicas? ( ) Sim
( ) Não
8. A realização de trabalhos em grupo é uma prática comum no processo de ensino-aprendizagem? ( )
Sim ( ) Não
9. O currículo escolar está organizado de acordo com as competências e habilidades propostas pela
BNCC? ( ) Sim ( ) Não
10. As práticas pedagógicas aplicadas na escola contribuem para o desenvolvimento da autonomia e do
protagonismo dos estudantes? ( ) Sim ( ) Não


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