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METODOLOGIAS ATIVAS E PRÁTICAS EDUCATIVAS: PERSPECTIVASNO ENSINO MÉDIO DO CENTRO DE ENSINO RUI BARBOSA

Reginaldo Ferreira do Nascimento 1


RESUMO

Este artigo investiga de maneira crítica e sensível as metodologias e práticas pedagógicas desenvolvidas

no Centro de Ensino Rui Barbosa, localizado em Vitorino Freire – MA, município com cerca de 31.906

habitantes. A pesquisa envolveu a direção escolar, a coordenação pedagógica e os alunos da 1a à 3a série

do Ensino Médio, buscando compreender como as estratégias de ensino adotadas pelos professores

contribuem para a aprendizagem, a participação e o protagonismo estudantil, em consonância com as

orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação

Nacional (LDB). De abordagem qualitativa e exploratória, o estudo utilizou observações em sala de

aula, entrevistas semiestruturadas e questionários aplicados aos estudantes, cujos dados foram

analisados com base na técnica de análise de conteúdo de Bardin (2016). Os resultados evidenciam que

a escola, que atende 1.154 alunos, tem avançado na adoção de práticas inovadoras, como debates,

projetos interdisciplinares e atividades digitais, favorecendo uma aprendizagem mais participativa e

significativa. No entanto, também foram identificados desafios importantes, como limitações de

infraestrutura, necessidade de formação continuada dos docentes e melhor gestão do tempo pedagógico.

Assim, conclui-se que o fortalecimento dessas dimensões é essencial para consolidar um ensino de

qualidade, promover a autonomia intelectual dos estudantes e ampliar o protagonismo discente no

processo educativo.

Palavras-chave: 1. Educação Básica. 2. Práticas e Metodologias de Ensino. 3. Ensino Médio. 4. Protagonismo Estudantil.

5. Inovação Pedagógica.


INTRODUÇÃO

A educação básica, em especial o Ensino Médio, representa um momento decisivo na

formação integral dos jovens, pois é nessa etapa que os estudantes aprofundam

conhecimentos, desenvolvem competências essenciais e se preparam tanto para a continuidade

dos estudos quanto para sua inserção no mundo do trabalho. No contexto do Centro de Ensino

Rui Barbosa, localizado em Vitorino Freire – MA, município com cerca de 31.906 habitantes, esse desafio se manifesta de forma concreta: a escola busca constantemente aperfeiçoar suas

práticas pedagógicas para responder às demandas de uma educação mais inclusiva, crítica e

transformadora, capaz de dialogar com as realidades e expectativas dos alunos.

Analisar as metodologias e práticas pedagógicas aplicadas pela instituição torna-se,

portanto, fundamental para compreender de que maneira os professores, em parceria com a

direção e a coordenação pedagógica, articulam suas ações com os princípios da Base Nacional

Comum Curricular (BNCC) e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

Além disso, é essencial ouvir os estudantes e captar suas percepções sobre a eficácia dessas

práticas, entendendo como elas contribuem para o desenvolvimento da autonomia intelectual,

do protagonismo juvenil e de aprendizagens mais significativas.

Com base nesse cenário, a pesquisa teve como objetivo geral investigar as

metodologias e práticas pedagógicas desenvolvidas no Centro de Ensino Rui Barbosa,


contemplando as turmas da 1a à 3a série do Ensino Médio. De forma mais específica, buscou-

se: (a) identificar as principais estratégias de ensino adotadas pelos professores; (b) analisar


as percepções dos estudantes, da direção e da coordenação pedagógica sobre o processo de

ensino-aprendizagem; e (c) compreender os desafios enfrentados no cotidiano escolar.

Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa e caráter descritivo, que alia uma

sólida fundamentação teórica a uma análise empírica cuidadosa. Essa abordagem possibilita

um olhar mais profundo sobre a realidade educacional da escola, contribuindo para ampliar o

debate sobre a qualidade da educação básica e a importância de práticas pedagógicas

contextualizadas, participativas e alinhadas às transformações sociais e tecnológicas do

presente.

1 Doutorando do Curso de Ciências da Educação da University of Informatics and Faith in Florida - UNIFF,

[Email Removido]


METODOLOGIA

A pesquisa foi desenvolvida com base em uma abordagem qualitativa, descritiva e exploratória,

escolhida por permitir uma compreensão mais profunda e sensível sobre como as metodologias e

práticas pedagógicas são aplicadas no Centro de Ensino Rui Barbosa. Esse tipo de abordagem

possibilita captar as percepções, experiências e significados atribuídos pelos diferentes sujeitos

envolvidos no processo educativo, indo além de dados puramente quantitativos e valorizando a

dimensão humana da prática escolar.

Para alcançar esse objetivo, foram realizadas observações diretas em sala de aula, que

permitiram acompanhar de perto o cotidiano pedagógico da escola; entrevistas semiestruturadas com

professores, direção e coordenação pedagógica, que trouxeram reflexões importantes sobre o trabalho

docente e a gestão escolar; e questionários aplicados aos estudantes da 1a, 2a e 3a séries do Ensino

Médio, contendo dez questões objetivas (sim/não) relacionadas a práticas pedagógicas,

interdisciplinaridade, uso de tecnologias e condições de infraestrutura.

O estudo foi conduzido no principal colégio público de Ensino Médio do município, que atende

1.154 alunos matriculados, tornando-se, assim, um espaço significativo para compreender os desafios

e avanços da educação básica em Vitorino Freire – MA.

Os dados obtidos foram analisados por meio da técnica de análise de conteúdo proposta por

Bardin (2016), que possibilitou organizar as informações em categorias temáticas e interpretar os

significados presentes nos discursos e nas práticas observadas. Todo o processo respeitou

rigorosamente os princípios éticos da pesquisa em educação, assegurando o anonimato dos

participantes e o uso exclusivo dos dados para fins acadêmicos, garantindo, assim, seriedade e

compromisso científico ao estudo.


REFERENCIAL TEÓRICO

O sistema educacional brasileiro está alicerçado em leis e diretrizes que orientam a prática

pedagógica, garantindo que a educação seja um direito de todos e uma responsabilidade compartilhada

entre o Estado e a família. A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 205, estabelece que a educação

deve promover o desenvolvimento pleno da pessoa, a formação para a cidadania e a preparação para o

trabalho, refletindo seu papel transformador na vida do indivíduo e na sociedade.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB no 9.394/1996) consolida esses

princípios, definindo os caminhos para a organização da educação básica e superior, ressaltando a

importância do acesso, da permanência e da qualidade do ensino, assim como a democratização do

processo educativo. Nesse contexto, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) complementa essas

diretrizes ao estabelecer os direitos de aprendizagem e desenvolvimento de todos os estudantes,

incentivando uma formação integral que articula competências cognitivas, socioemocionais e culturais.

Segundo Libâneo (2017), a educação deve ser compreendida como um processo vivo e interativo,

em que professores, estudantes e comunidade dialogam, possibilitando aprendizagens significativas e

contextualizadas. Saviani (2018) reforça essa perspectiva, destacando o papel da escola na socialização

do conhecimento historicamente construído, promovendo igualdade de oportunidades e contribuindo

para a emancipação dos indivíduos.

Na busca por práticas pedagógicas inovadoras, torna-se essencial integrar escola, família e

comunidade, promover interdisciplinaridade e incorporar tecnologias de forma significativa. Conforme

destacam Fazenda (2011) e Moran (2015), esses elementos fortalecem o aprendizado, tornando-o mais

participativo, conectado à realidade dos estudantes e capaz de formar cidadãos críticos, autônomos e

preparados para os desafios contemporâneos.


RESULTADOSE DISCUSSÃO

Os resultados da pesquisa mostraram que a grande maioria dos participantes — incluindo

direção, coordenação pedagógica e alunos — reconhece a presença de metodologias ativas no cotidiano

do Centro de Ensino Rui Barbosa. Essas metodologias vão além da simples transmissão de conteúdos,

estimulando o protagonismo dos estudantes e tornando-os agentes ativos do próprio aprendizado. Essa

prática encontra respaldo em Freire (1996), que defende uma educação libertadora e dialógica, em que

o educador e o educando constroem juntos o conhecimento, promovendo um ambiente de diálogo,

reflexão e participação efetiva. Observou-se que, quando os alunos se envolvem em atividades como

debates, projetos e estudos colaborativos, a aprendizagem se torna mais significativa e motivadora,

fortalecendo não apenas a aquisição de conhecimento, mas também habilidades sociais e críticas

essenciais para a vida acadêmica e cidadã.


A educação deve ser entendida como prática de liberdade, na qual o educador não é o

único detentor do saber, mas atua em diálogo com os educandos, promovendo a

participação efetiva destes no processo de aprendizagem. (Freire, 1996, p. 45).


O uso de tecnologias digitais tem se mostrado cada vez mais presente nas práticas pedagógicas

da escola, com professores incorporando recursos como computadores, projetores, internet e

ferramentas interativas para enriquecer as aulas. Contudo, essa integração ainda é limitada pela

infraestrutura disponível, como laboratórios insuficientes e conexão instável à internet. Essa

realidade confirma as observações de Moran (2015), que enfatiza que o potencial pedagógico

das tecnologias depende não apenas do interesse e da criatividade docente, mas também de

políticas institucionais de investimento e da formação adequada dos professores. Quando bem

utilizadas, essas ferramentas permitem diversificar estratégias, estimular a pesquisa, o

pensamento crítico e o aprendizado colaborativo, tornando as aulas mais dinâmicas e

conectadas à realidade dos estudantes.


O uso de tecnologias digitais no ambiente escolar potencializa a aprendizagem, desde

que os professores sejam preparados para integrá-las de forma significativa e não

apenas como recurso decorativo ou acessório" (Moran, 2015, p. 72).


No que se refere à interdisciplinaridade, verificou-se que a escola tem promovido

projetos que integram diferentes disciplinas, embora ainda de forma pontual e isolada. Essa abordagem vai além da mera justaposição de conteúdos e busca articular saberes de áreas

distintas para proporcionar uma visão mais ampla e contextualizada do conhecimento, como

ressalta Fazenda (2011). A interdisciplinaridade permite que os alunos compreendam a relação

entre diferentes áreas do saber, desenvolvam capacidade de análise crítica e construam soluções

criativas para problemas complexos, fortalecendo a compreensão global e o sentido das

aprendizagens adquiridas.


A interdisciplinaridade não se reduz à justaposição de conteúdos; ela exige articulação

entre saberes, promovendo um aprendizado que favorece a compreensão global e a

construção de sentido pelos estudantes" (Fazenda, 2011, p. 88).


A percepção dos alunos e gestores revelou que as metodologias aplicadas contribuem

efetivamente para uma aprendizagem significativa, alinhando-se à teoria de Ausubel (2003),

que afirma que o aprendizado se torna mais eficiente quando os novos conhecimentos se

conectam de forma lógica e estruturada com os saberes prévios dos estudantes. Esse tipo de

abordagem permite que os conteúdos sejam internalizados e aplicados em diferentes contextos,

reforçando o entendimento e a retenção do aprendizado. Além disso, contribui para a construção

de autonomia intelectual, incentivando o aluno a refletir criticamente sobre o conhecimento e

suas aplicações práticas.


O ensino é eficaz quando o novo conhecimento se relaciona de forma lógica e

estruturada com os conhecimentos prévios do estudante, permitindo a internalização

e retenção do aprendizado. (Ausubel, 2003, p. 56).


O incentivo à participação discente por meio de debates, rodas de conversa e atividades

coletivas também foi destacado pelos entrevistados. Segundo Libâneo (2012), a prática do

diálogo é fundamental para o desenvolvimento da criticidade, da capacidade de argumentação

e da reflexão ética. Observou-se que essas estratégias promovem um ambiente de aprendizagem

mais democrático, em que os estudantes se sentem encorajados a expressar suas ideias, a

questionar e a aprender em conjunto, fortalecendo não apenas competências cognitivas, mas

também habilidades socioemocionais e a consciência do papel de cada um na sociedade.


A prática pedagógica deve estimular o debate e a argumentação, pois tais experiências

desenvolvem a criticidade, a reflexão e a capacidade de diálogo social dos alunos.

(Libâneo, 2012, p. 102).


Apesar desses avanços, foram identificadas limitações estruturais significativas,

sobretudo no que diz respeito à disponibilidade de laboratórios, bibliotecas e acesso à internet.

Essa realidade está em consonância com a análise de Gadotti (2000), que enfatiza que a

qualidade da infraestrutura escolar tem impacto direto na efetividade das metodologias

pedagógicas. Ambientes adequados são essenciais para viabilizar práticas inovadoras,

experiências experimentais, uso de tecnologias e atividades interativas, permitindo que os

alunos participem plenamente do processo de aprendizagem.


A qualidade das instalações escolares, incluindo laboratórios, bibliotecas e recursos

tecnológicos, exerce influência direta sobre a eficácia das metodologias aplicadas

pelos professores. (Gadotti, 2000, p. 77).


A formação continuada dos professores também se destacou como um desafio relevante.

Embora haja iniciativas pontuais de capacitação, elas ainda não atendem de forma consistente

às demandas de atualização metodológica e de incorporação de novas tecnologias e estratégias

de ensino. Imbernón (2011) reforça que a formação permanente é indispensável para que os

docentes possam se adaptar às transformações curriculares e pedagógicas, garantindo práticas

inovadoras e eficazes. A valorização da formação contínua contribui para o crescimento

profissional do professor, impactando diretamente a qualidade da educação oferecida aos

alunos.


A formação contínua é elemento indispensável para que os docentes possam atualizar

suas práticas pedagógicas e atender às demandas de um currículo em constante

transformação. (Imbernón, 2011, p. 63).


Além disso, o trabalho em grupo é amplamente utilizado como estratégia pedagógica,

promovendo não apenas a socialização, mas também o desenvolvimento de habilidades

cognitivas, comunicativas e socioemocionais. Conforme ressalta Vygotsky (1991), a

aprendizagem é um fenômeno social, e a interação entre os pares permite que os estudantes construam o conhecimento de forma colaborativa, aprendendo uns com os outros e

desenvolvendo competências essenciais para a vida pessoal e profissional.


O aprendizado é um fenômeno social; as interações entre pares permitem a construção

conjunta do conhecimento, desenvolvendo competências cognitivas e

socioemocionais relevantes. (Vygotsky, 1991, p. 94).


A escola tem se empenhado em adequar seu currículo à BNCC, buscando integrar

competências e habilidades essenciais ao desenvolvimento integral dos alunos, embora ainda

existam desafios para a implementação plena e consistente. Segundo Silva (2018), esse

processo requer planejamento coletivo, acompanhamento constante e adaptação à realidade

local para que as diretrizes curriculares se traduzam em práticas pedagógicas efetivas.

A implementação da Base Nacional Comum Curricular exige que os conteúdos e

práticas pedagógicas sejam organizados de maneira a garantir competências e

habilidades essenciais, devendo ser adaptados à realidade de cada escola. (Silva,

2018, p. 115).


A análise dos resultados revela avanços significativos rumo a uma educação mais

participativa, crítica, interdisciplinar e conectada à realidade dos estudantes, mas evidencia que

persistem desafios estruturais e pedagógicos que exigem atenção contínua. Investir em

infraestrutura, formação docente e estratégias pedagógicas inovadoras é essencial para

consolidar um ensino de qualidade, promover o protagonismo estudantil e preparar os jovens

para os desafios contemporâneos de forma plena e significativa.


CONSIDERAÇÕES FINAIS

A pesquisa realizada no Centro de Ensino Rui Barbosa, em Vitorino Freire–MA, revelou

uma instituição empenhada em consolidar práticas pedagógicas inovadoras, contando com a

participação ativa da direção, da coordenação e dos alunos. Esse envolvimento coletivo

demonstra o comprometimento da escola com a melhoria contínua da qualidade do ensino e

com o fortalecimento do protagonismo estudantil, criando um ambiente em que todos têm voz

e colaboram para o aprendizado.

Apesar dos avanços percebidos, ainda existem desafios importantes a serem superados,

especialmente relacionados à infraestrutura, à formação continuada dos professores e à gestão

do tempo pedagógico. A superação dessas barreiras depende de investimentos públicos

consistentes, de um planejamento escolar integrado e da valorização dos profissionais da

educação, garantindo que eles tenham condições de aplicar práticas inovadoras de forma

eficaz e sustentável.

Em síntese, conclui-se que o Centro de Ensino Rui Barbosa caminha de forma

promissora rumo a uma educação mais democrática e inclusiva, alicerçada em metodologias

participativas e no desenvolvimento da autonomia intelectual dos alunos, preparando-os para

atuar de maneira crítica, consciente e responsável na sociedade.


AGRADECIMENTOS

Agradeço primeiramente a Deus, que tem sido minha fonte constante de força, sabedoria e

inspiração em todos os momentos da minha vida. Em memória do meu pai, Benício Bispo do

Nascimento, deixo minha eterna gratidão pelo exemplo de caráter, humildade e dedicação que sempre

me guiou. À minha mãe, Luzia Ferreira do Nascimento, registro meu profundo reconhecimento pelo

apoio, carinho e incentivo incondicionais, que tornaram possível cada conquista. Dedico também este

trabalho aos meus filhos, Richard Apollo Alves Ferreira e Richelle Alves Ferreira, que são a razão do

meu esforço e perseverança diária, motivando-me a buscar sempre o melhor.


REFERÊNCIAS

AUSUBEL, D. P. Aquisição e retenção de conhecimentos: uma perspectiva cognitiva. Lisboa:

Plátano, 2003.


BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2016.


BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério da Educação, 2017.


BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996.


FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. Campinas: Papirus, 2011.


FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e

Terra, 1996.


GADOTTI, M. Pedagogia da prática. São Paulo: Cortez, 2000.


IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. São

Paulo: Cortez, 2011.


LIBÂNEO, J. C. Didática. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2012.


MORAN, J. M. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. 6. ed. Campinas:

Papirus, 2015.


SAVIANI, D. Escola e Democracia. 41. ed. Campinas: Autores Associados, 2008.


SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3. ed. Belo

Horizonte: Autêntica, 2018.


VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991.


ANEXOS

Questionário – Metodologias e Práticas na Educação Básica

Centro de Ensino Rui Barbosa – Vitorino Freire-MA


Por favor, responda às perguntas abaixo assinalando apenas uma opção (Sim ou Não). Suas

respostas são confidenciais e contribuirão para a melhoria do ensino na escola.


1. As aulas que você participa ou ministra incentivam a participação ativa dos estudantes? ( ) Sim ( )

Não

2. Os professores costumam utilizar recursos tecnológicos, como data show, celular, computador ou

internet, durante as aulas?

( ) Sim ( ) Não

3. A escola realiza projetos que integram diferentes disciplinas, promovendo trabalhos

interdisciplinares? ( ) Sim ( ) Não

4. As metodologias utilizadas em sala de aula ajudam a tornar o aprendizado mais significativo para os

estudantes? ( ) Sim ( ) Não

5. Os alunos são incentivados a expressar suas opiniões e participar de debates em sala de aula? ( ) Sim

( ) Não

6. O espaço físico da escola (salas, laboratórios, biblioteca) é adequado para a aplicação de

metodologias inovadoras? ( ) Sim ( ) Não

7. Os professores têm acesso a formação continuada para aprimorar suas práticas pedagógicas? ( ) Sim

( ) Não

8. A realização de trabalhos em grupo é uma prática comum no processo de ensino-aprendizagem? ( )

Sim ( ) Não

9. O currículo escolar está organizado de acordo com as competências e habilidades propostas pela

BNCC? ( ) Sim ( ) Não

10. As práticas pedagógicas aplicadas na escola contribuem para o desenvolvimento da autonomia e do

protagonismo dos estudantes? ( ) Sim ( ) Não

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