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Golpe na USP: Justiça nega pedido de prisão e devolve inquérito à Polícia Civil

Juiz também negou pedido da defesa para devolução de bens apreendidos da estudante de medicina.

A Justiça de São Paulo negou pedido de prisão preventiva contra a estudante Alicia Muller, acusada de desviar quase R$ 1 milhão da comissão de formatura da 106ª turma da Faculdade de Medicina da USP.

Na decisão, o juiz Fabio Pando de Matos concordou com o Ministério Público de São Paulo e apontou que o inquérito deve retornar ao 16º distrito policial para novas diligências.


A Justiça também negou pedido feito pela defesa da estudante, que solicitou a devolução do carro alugado e de outros itens apreendidos na casa de Alicia Muller.

O pedido de prisão preventiva será reavaliado após a reunião de novas provas. A Polícia Civil terá 30 dias para dar prosseguimento aos apontamentos da Promotoria.

O promotor de Justiça Fabiano Pavan Severiano se manifestou contra a prisão preventiva e sugeriu a devolução do inquérito aos investigadores

O promotor entendeu que Alicia cometeu o crime de estelionato e não de apropriação indébita, como apontou a Polícia.

Diferentemente do que ocorre com apropriação indébita, no caso de estelionato, a lei exige uma representação criminal de cada uma das vítimas para o oferecimento da denúncia.

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