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Carnaval de rua em SP deve reunir 15 milhões de foliões, prevê prefeitura

Com um esquema especial, a programação da festa prevê 511 desfiles a partir de 11 de fevereiro

A Prefeitura de São Paulo divulgou nesta quinta-feira (2), as expectativas e planos para o carnaval de rua na capital. Os primeiros desfiles ocorrerão no dia 11 de fevereiro e se estenderão até o dia 26. A expectativa da prefeitura é que 15 milhões de foliões participem da folia.


São 511 blocos confirmados em todas as regiões da cidades, além de shows de Pabllo Vittar, Luísa Sonza, Lexa e Michel Teló.

A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania participará do carnaval de rua suas unidades móveis especializadas para atendimento à mulheres vítimas de violência, e unidades móveis para atendimento da população LGBTQIA+.

A divisão dos blocos por região, deixa a zona oeste como protagonista com 145 desfiles. Na sequência vem a região do Centro com 121, a zona sul com 102 e, por último, a zona leste com 68 desfiles. A Secretaria Municipal das Subprefeituras (SMSUB) usou o mapa dos trajetos para definir a infraestrutura dos desfiles programados e o plano envolveu uma ação conjunta com vários órgãos de segurança.

Cerca de 670 desfiles se cadastraram para o carnaval paulista, mas a Secretaria de Cultura registrou o cancelamento de 154 deles. Um grupo que reúne cerca de 100 blocos da cidade, chamado “Arrastão dos Blocos”, está protestando contra a Prefeitura de São Paulo. Eles alegam “desorganização na hora de atender todos os blocos”.

Um dos mais tradicionais e populares blocos da cidade, o “Tarado Ni Você”, não desfilará neste ano. Segundo a Secretaria de Cultura de São Paulo, “o bloco submeteu sua inscrição após o período de cadastramento e todos os pedidos com inscrições tardias foram negados para manter o princípio de isonomia.” A CNN tentou contato com a organização do “Tarado Ni Você”, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.

Alguns dos representantes de desfiles em São Paulo soltaram uma nota conjunta na última quarta-feira (1), comentando e pedindo mais organização por parte da Prefeitura da capital.

“É preciso delimitar os papéis e a responsabilidade sobre os diversos aspectos da festa. Aos blocos cabe a cultura popular: a música, a dança, fantasias e alegorias, os ritos de futuros ancestrais. Ao poder público cabe suas funções notórias de gestão, mediação do espaço público, construção da política pública com participação social, cuidado com o povo”, diz um trecho do comunicado divulgado.

A Secretaria de Cultura, por sua vez, informa que “Todos os blocos tiveram tratativas individuais sobre trajetos, horários e datas com a comissão representativa. Já as reuniões dos blocos com suas respectivas subprefeituras são realizadas diariamente desde as últimas semanas de janeiro”.

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